quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Charles Aznavour - Quien

Chamem-me saudosista, antiquado, cota, quero lá saber. Uma coisa é certa, sempre gostei da música francesa dos anos 70.
Gosto de entre outros cantores do Charles Aznavour, esta música em especial toca-me muito, e sempre que a ouço fico comovido.
Ouçam...



Quién, cuando ya no aliente
silenciosamente, llegará hasta ti
y como el olvido
ya te habrá vencido
le dirás querido
al igual que a mí

Quién borrará mis huellas
y encendiendo estrellas
en la oscuridad
abrirá balcones
romperá crespones
y pondrá canciones
en tu soledad

Quién será mi revelo
quién te va a convencer
quién volverá de nuevo
a reinar en tu ser

Quién cuando ya me ausente
va a cruzar el puente
que mande a cerrar
y pondrá colores
en tus sinsabores
y te hará olvidar
pronto mi pesar

Yo tengo el doble de tu edad
más no me importa sucumbir
a ver de cara la verdad
del porvenir
No vistas luto por mi amor
pues no me gusta ser cruel
y sé que nunca ese color
le fue a tu piel

Quién cuando yo me vaya
Llegará a tu playa un anochecer
y pondrá su empeño
en velarte el sueño
y lo harás tu dueño
casi sin querer

Quién besará tu pelo
y en tu negro duelo
te pondrá un clavel
Ya diferente te verá la gente
nueva y sonriente
como un cascabel

Quién viene a suplicarme
Quién dime dulce bien
Quién trata de borrarme
Quién amor en tu sien
Quién por sustituirte
y por destruirme sin contemplación
romperá en pedazos
todos nuestros lazos
y sin compasión
mi propio corazón

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Chispa fogosa

Por vezes tenho vontade de abraçar o mundo...

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Carlos Núñez

Carlos Núñez é sem duvida um dos gaiteiros galegos mais conhecido.
Pena que desde 2004 não publique nada de novo. Apesar disso, o seu reportório e vasto e de se ouvir com muito gosto e prazer.
Deixou-vos um exemplar...







Num dos seu álbuns Dulce Pontes canta uma lindíssima canção Lela.

Lela

Están as nubes chorando
por un amor que morreu.
Están as rúas molladas
de tanto como choveu. (bis)

Lela, Lela,
Leliña por quen eu morro,
quero mirarme,
nas meniñas dos teus ollos.

Non me deixes
e ten compasión de min.
Sen ti non podo,
sen ti non podo vivir.

Dame alento das túas palabras,
dame celme do teu corazón,
dame lume das túas miradas,
dame vida co teu dulce amor. (bis)

Lela, Lela,
Leliña por quen eu morro
quero mirarme
nas meniñas dos teus ollos.

Non me deixes
e ten compasión de min.
Sen ti non podo,
sen ti non podo vivir.

Sen ti non podo,
sen ti non podo vivir.

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Sonhos de menino

Certo dia um menino sonhou ser alguém, professor primário de aldeia, alfaiate. Sonhou ser tal como os grandes mestres da antiga Grécia, detentor de múltiplos saberes.
No fundo via o futuro risonho, cheio de sonhos, esperanças, paz e amor...
Hoje quase não sonha, assiste com tristeza a guerras, desavenças no seio da humanidade, que não levam a nada, apenas enaltecem ódios, afundam a humanidade e conduzem a destruição do planeta azul.

Queria que o mundo,
fosse um jardim,
onde nele se planta uma flor,
e se colhe um sorriso,
onde se fala de amor,
e se colhe mais um sorriso,
onde se dá por prazer,
em troca de um sorriso.

Vestir o mundo de verde,
na esperança de ver,
os sonhos de menino.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Chispa fogosa

No silêncio do teu ser, encontrei as palavras que me faltavam..