domingo, 3 de maio de 2009

mãe

dentro de mim mora
a absoluta saudade
de ti, da tua mãe

teus olhos encontram-me,
tu sorriste
meus olhos perderam-te,
eu chorei

voltarei a ver-te,
quando a brisa
deixar de sentir.

6 comentários:

Daniel Silva (Lobinho) disse...

É em nome de tua mãe que escrevo.

Homenageando o que me contaste dela e o que vi dela.

Tal como tu da minha.

Tu sabes, como eu, que dor é essa.

Mas por isso mesmo, os espinhos devem ser retirados para vivermos mais confiantes e amigos com um anjo que já nao temos.

Porque a vida de repente não é nada.
Porque Mãe é aquela que fica. Mesmo depois de partir...

pinguim disse...

Tão pessoal!!!!
Respeito e mais não digo...
Abração.

Natacha disse...

Não acho que morra a saudade, uma saudade assim...
antes, vive sempre em ti, mas nem por isso deve ser triste, pode ser feliz, se lembrares quanto ela gostava de ti...

E, lá em cima, a Mãe olha por ti.

Beijo amigo

Natacha disse...

Bom, agora que já não é "morra" mas "mora" resta-me dizer:

Muito bonito!!

Beijos

Tongzhi disse...

Muito bonito este teu tributo.
abraço

Paulo disse...

a ausência não morre, nem a saudade, nem o amor. e o que aqui registas é belíssimo, puro e tão verdadeiro que até parece ser fácil... mas os sentimentos nunca são fáceis.

abraço